quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Mensagens psicografadas em janeiro 2011

1)   1)  "Vim até vós
com o canto dos desata nós
Desejas o que queres 
E recebes a nós
 
Somos de um tempo
tempo em que os corações eram tratados com reza e com macumba de erva
A reza era forte
Nós combatia a dor
e o sofrimento
com a força dos pensamento
 
Saiba afasta os maus
faça o bem e pense nele também
 
carroça que é forte
leva os bicho onde qué
num é os bicho que leva a carroça. ( Que nem acontece com ocês).
Pense na luz, no sol
As estrelas que são a luz da noite, e mesmo com nuvens, elas tão sempre lá.
 
Os problema existem, pra nós tentá se miorá. Não se afundá.
 
Grandes pensamentos atraem grandes coisas.
Vocês são o que pensam que é.
Adoecer por causa dos pensamento, é fraqueza na alma. E essa é pra se elevá. junto com os pensamentos.
 
Sirva de lição pro próximo. Saiba a quem ajudar.
Do mais rico ao mais pobre, ajuda tem sempre um lugar.
 
Deus dá saúde pra você ajudar. Então vai lá!
Aponte o seu norte e vá amparar! Forças não faltará!
 
Ajuda do céu, do Pai e do Espírito Santo. Amém."

2)   2)  "As mãos estão atadas. Talvez para não fraquejar.
Deus sabe o que faz a cada um de vocês, dá e tira sem julgar. Faz o que é melhor para cada um.
Não reclamem se algo se perdeu, se foi e não voltará. Cada coisa, a cada hora está em seu lugar. Você não deve julgar.
Acredite na luz das intenções Dele. Por mais que a dor insista em ficar, dê passos a frente e, se por acaso for para voltar, que seja somente para consertar.
Acreditem em um mundo melhor!
Amém!
Paz, amor e luz a todos vocês!"

3)     
3) Não atira menina

O Mateiro corta o mato
E o mato cai no chão
O sementeiro sementa
Pra começar a plantação

Vem a chuva molha tudo
Oh! Meu Deus! Que absurdo
Não esqueço um só dia
Da danada chuva fria

A boiada passa a pique
Na porteira de madeira
Boiadeiro se dedique
À sua fé verdadeira

Sou do mato lá de minas
Sou do sertão que é seco
Sou dos Pampas, tão bonito
Sou de onde que eu chego

Aruanda fica longe
Mas de mim não fica não
Já que ela ta guardada
Dentro do meu coração

Me mandaram um boi doente
E queriam que eu matasse
Pedi pra sinhá dona
Pra que com ele eu ficasse

O boi quieto e franzino
Nasceu, cresceu, morreu assim,
Mas com a força do Divino
Nos deixou uns cabritim

Todos vem e vão daqui
Não importa o que foi
Só precisa deixar coisa boa
Como fez o meu boi

Que seria dos cabrito
Se o boi eu tivesse matado
Que seria dos menino com o boi arrematado

Acolhi aquele boi
Com amor ao animal
Amor e fé é o remédio para o mal

Sou Boiadeiro,
Macumbeiro,
Embolado no laço bom,
Laçando, macumbando,
Pra seresta dar o tom

Não atira, essa menina
Larga essa arma aí no chão
Sou Boiadeiro da Campina
Boiadeiro do sertão.
  

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